segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A vida!! Uma surpresa

Com o advento dos sites de relacionamentos, hoje podemos encontrar amigos em qualquer lugar do planeta e que sá fora???
Saber quem esta do outro lado é que temos que ter muito cuidado, pois fotos se põe como se fossem verdades e podemos estar numa armadilha.
Vejam os casos de criança atraisdas por falsos namorados internautas e falsos amigos.
Hoje podemos denunciar uma possivel fraude ao sistema e temos que olhar sempre o que estão e com quem estão fazendo nossos filhos em relações internetianas, pois isto não fere o direito a vida, pois nos foi dado a confiança de Deus e da Lei em proteger e cuidar de nosso filhotes.
Internet é bom mas com repeito poderemos ter bons amigos, mesmo que nunca iremos ve-los frente a frente.
Sinta a energia que podemos passar e que podemos receber deste que aparecem quando mais precisamos de um bate papo sem frescura e sem ter qeu fingir.
Abraços a todos que leem meu pequeno blog, e que tenham um FELIZ NATAL E UM PROPERO ANO LINDO QUE VAI CHEGAR!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

 
 
 


E as crianças estão sem parque, pois como podem ver estão só preciando de um pouco de areia e carinha para com os brinquedos.

Se o voto estiver la como esta pois como Pais que somos estamos sempre no parque e sentimos o descaso das autoridades Municipais.

Lutem para a reforam e sobrevivencia deste unico espaço de diversão de nossos filhos.


jornalista centini
drt 57.888/SP
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Um parque do povo e abandonado pela Prefeitura.

A vida la não é facil nem para os animais que sofrem com espaços pequenos e falta de amor, sera que eles não gostam de viver e de dar amor.

FILME NOSSO LAR - ANDRÉ LUIZ

IMPORTANTE INFORMAÇÃO AOS ESPÍRITAS.

IMPORTANTE DE FATO!

Amigos, a pessoa que enviou o e-mail abaixo é assessora do produtor do filme NOSSO LAR ( Luiz Augusto Queiroz). Pelas informações que
ela nos passa - relativas ao campo da espiritualidade - se puder repassar este ao seus amigos espíritas você estará fazendo um grande bem.

Como não há uma folha que caia sem que Deus atue, o filme Nosso Lar não é um produto apenas de espíritas encarnados –
que foram importantes instrumentos – mas sim, e principalmente um desejo da vontade divina, fato facilmente comprovado
pela maravilhosa informação do texto abaixo.

Divulgar a informação abaixo é um grande bem que todos nós poderemos fazer.

Fraterno abraço,

Alkíndar de Oliveira



Erro! O nome de arquivo não foi especificado.


Caros amigos,

O filme Nosso Lar está pronto.E ficou lindo! Uma super produção brasileira, ótimo elenco, música de tocar o coração e efeitos especiais
como jamais visto em nosso cinema nacional... a gente percebe as mãos do Alto direcionando os acontecimentos:
o filme do Chico, a novela das 18h e agora o filme!

Em reunião mediúnica ocorrida na Casa de Padre Pio dia 06 de agosto, onde trabalha o produtor executivo do filme , a Espiritualidade
presente revelou que falanges se preparam para descer à Terra e atuar durante cada sessão em que o filme passar : cidades espirituais
serão esvaziadas, tratamentos espirituais serão realizados, desligamentos de processos obsessivos ocorrerão...

tudo isso marcando uma Nova Era que se inicia nesse planeta abençoado...

E AGORA PRECISAMOS DE VOCÊS!

Pois a bilheteria do final de semana de estréia do filme determinará quanto tempo ele ficará em cartaz e aguçará os olhos
dos distribuidores internacionais. Para que esse filme cumpra com o seu papel torna-se necessário que cada um de nós colabore,
indo ao cinema, divulgando o filme para amigos, levando amigos...

É chegada a hora! Vamos ajudar?

Fraterno abraço,
Colaboração do amigo Idelmo

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A EDUCAÇÃO SEM AS PALMADAS, será que funciona???

A punição sem educação - Por: Wilmar Marçal

Em outras épocas, quando educar era construir cidadania, a falha, o erro e as atitudes erradas, especialmente numa criança, eram corrigidas com a punição da palmada. O tempo passou, a população aumentou e os costumes mudaram. E como mudaram! Porém, cada pai e cada mãe sabem muito bem educar seus filhos. O estado não precisa interferir, exceto em situações onde as crianças correm riscos. Mas isso são outros quinhentos, como diziam nossos queridos antepassados.
O foco atualmente é debater outra situação, muito comum nas cidades hoje em dia, sobretudo nas grandes cidades, como é, por exemplo, o caso de Curitiba e região metropolitana. É preciso discutir e encontrar melhores soluções para uma situação muitas vezes injusta: a indústria das multas de transito. O que se percebe nos dias atuais é uma voraz intenção premeditada de punir, punir e punir. Porém punir com a força da arrecadação. Há centenas de radares na capital paranaense com o propósito evidente de arrecadar. Isso mesmo: arrecadar. Nada de educativo. Os “entendidos” em sistema viário só enxergam os ponteiros das cifras. Não são capazes de aceitar que há situações de risco, onde muitas vezes se acelera para fugir de perigos e assaltos. Não propagam campanhas educativas em localidades vulneráveis. Não divulgam ações que possam envolver as comunidades em mutirões de aprendizado. Só querem as faturas pagas e o dinheiro em caixa. Os “especialistas” do transito, muitas vezes com canetas pesadas, mas nenhuma experiência técnica, só elaboram as planilhas das previsões de arrecadação. Nada de prevenção. Esquecem ou fingem que não sabem que a cidade cresceu, o número de veículos muito mais ainda e que a geometria das ruas e avenidas são as mesmas. É um fluxo exagerado em locais estáticos. Não há milagres. Faltam consciência e paciência de nossos gestores. Acham que punir com multas vai melhorar a educação no transito. Ora, ledo engano. O próprio nome já diz: educação significa educar com ação. Enquanto tivermos as intenções obscuras das vultosas quantias nos cofres, originadas pelas incontáveis multas, sobretudo em épocas de eleições, não teremos sucesso em melhorias. Se ainda persistir essa demanda maldita de recolher, vamos reagir e também formar um mutirão do esclarecimento. Vamos recolher também. Recolher informações tais como: para onde vai todo esse dinheiro originado das multas? É bem possível que uma auditoria séria nas arrecadações e circunstancias que as mesmas são elaboradas possam responder a essa e tantas outras perguntas e dúvidas. A população deve se unir sim, cobrar dos representantes o destino dessa sangrenta e contundente mania de punir pelo bolso. Educação e bom-senso são fundamentais e nós gostamos. Honestidade com o dinheiro público, mais ainda.
* Wilmar Marçal é professor universitário e ex-reitor da UEL./Pr.
wilmar_pr2010@hotmail.com

terça-feira, 13 de julho de 2010

Eleitor que estiver fora da sua cidade poderá votar para presidente este ano‏

Os eleitores que não estiverem na cidade onde registraram seu título poderão votar para presidente da República nestas eleições, caso estejam em alguma das 27 capitais brasileiras no dia 3 de outubro (primeiro turno). Para isso, é preciso procurar qualquer cartório eleitoral entre os dias 15 de julho e 15 de agosto para se habilitar. o prazo é o mesmo para pedir autorização para votar fora da sua cidade no dia 31 de outubro, caso haja segundo turno para presidente. A habilitação para o chamado voto em trânsito pode ser feita em qualquer cartório eleitoral do país. Só serão admitidos os eleitores que estiverem em dia com as obrigações eleitorais. Será possível alterar ou cancelar, pessoalmente, o registro para votar em uma das capitais, dentro do período indicado.
Será que querem que a Sra. Dilma ganhe ou querem que todos votem a favor de uma democracia e não de uma ditadura disfarçada como vemos hoje.

Votar é direito..., NÃO, pois é uma obrigação, pois se fosse expressão do povo livre como manda nossa constituição, não teriamos as penalidades se não votassemos e agora veem implorar pelo voto dos que estão fora de suas cidade, por causa da falta de distribuição que o atual Governo disse que ia ter sobre as riquezas, mas a falta de emprego leva muitos (com a disculpa da Glbalização) a sairem e abandonarem seus lares e as vezes as familias para poderem sobreviverem,m pedem apra eles votarem????
Voto consiente é estudar as politicas aplicadas por todos´, é se envolver na sua casa que é o nosso pais e ter a honra de dizer eu VOTEIe fiz de tudo para o RUIM (se é que tem pior) não entrar.

VOTE SEMPRE EM QUEM A CREDITA, MAS VOTE CONSIENTE DO FUTURO!!!

Boa Sorte a Todos

Maurício Centini
Jornalista DRT 57.888/SP

Eleitor que estiver fora da sua cidade poderá votar para presidente este ano‏

Os eleitores que não estiverem na cidade onde registraram seu título poderão votar para presidente da República nestas eleições, caso estejam em alguma das 27 capitais brasileiras no dia 3 de outubro (primeiro turno). Para isso, é preciso procurar qualquer cartório eleitoral entre os dias 15 de julho e 15 de agosto para se habilitar. o prazo é o mesmo para pedir autorização para votar fora da sua cidade no dia 31 de outubro, caso haja segundo turno para presidente. A habilitação para o chamado voto em trânsito pode ser feita em qualquer cartório eleitoral do país. Só serão admitidos os eleitores que estiverem em dia com as obrigações eleitorais. Será possível alterar ou cancelar, pessoalmente, o registro para votar em uma das capitais, dentro do período indicado.

sábado, 27 de março de 2010

A JUSTIÇA FOI FEITA!!!!

26/3/2010 18:48
Casal Nardoni é condenado pela morte de Isabella
Após cinco dias de julgamento, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella, foram condenados a prisão pela morte da menina, então com 5 anos. O pai recebeu pena de 31 anos, um mês e dez dias, enquanto a madrasta foi condenada a 26 anos e oito meses de prisão.

O casal Nardoni vai cumprir a sentença em regime fechado. Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado, por usarem meio cruel, dificultarem a defesa da vítima e tentarem esconder o crime anterando o local.

Durante esta sexta-feira, acusação e defesa apresentaram suas teses para o júri popular, composto de 4 mulheres e 3 homens, no Fórum de Santana, zona norte de São Paulo. Nas primeiras horas deste sábado, o juiz anunciou a sentença com a condenação dos réus.

Pela manhã, O promotor Francisco Cembranelli afirmou que o casal Nardoni estava no apartamento quando a menina Isabella foi atirada pela janela do sexto andar do Edifício London, no dia 29 de março de 2008.

"Eles (Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá) estavam no apartamento quando Isabella foi jogada", disse Cembranelli, na primeira parte do debate entre defesa e acusação, ao comparar as ligações telefônicas entre vizinhos e polícia no dia do crime. Com base em uma reprodução cronológica das ligações, o promotor cravou: "Contra fato não há argumento."

Na segunda parte de sua exposição no quinto dia de julgamento do caso Isabella, o promotor Francisco Cembranelli continuou calcado na cronologia e na perícia para colocar o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá na cena do crime. Ele alegou que o depoimento dos réus não faz sentido. "No momento em que o casal estava lá dentro (do apartamento) é que ela foi defenestrada. Isso é prova científica, senhores jurados. Não cabe contestação", disse ele, usando a maquete para ilustrar seus argumentos.

O advogado de defesa, o criminalista Roberto Podval, usou dois apartes formais - interrupções dentro do código - para criticar a perícia e perguntar sobre as provas, que, segundo ele, não existem. "Como a defesa não pode discutir a perícia, vão dizer que a perita não presta", rebateu o promotor.

Cembranelli traçou um perfil psicológico de Anna Carolina Jatobá, dizendo que ela é uma pessoa "perturbada, cansada e dependente financeiramente da família do marido".

Defesa critica sociedade e imprensa
Na sua vez, o advogado criminalista Roberto Podval, que defende os Nardoni, criticou a postura da imprensa e da sociedade no caso. "Se não houvesse essa loucura toda (olha para os jornalistas da sala), eles seriam absolvidos, porque não há provas. Eles entraram condenados sem serem julgados."

Podval citou o caso da inglesa Madeleine McCann, que aos 5 anos desapareceu durante viagem a Portugal com os pais. E lembrou que em determinado ponto da investigação, eles foram colocados como suspeitos.

Por volta das 16h50, o advogado terminou sua parte citando frase de Chico Xavier. "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos fazer um novo fim", afirmou ao júri. Às 17h46, começou a réplica da acusação.

Promotor diz que madrasta é 'barril de pólvora'
Durante a primeira parte da réplica da acusação, o promotor Francisco Cembranelli afirmou que Anna Carolina Jatobá, acusada de participar da morte de Isabella Nardoni, "é um barril de pólvora prestes a explodir." Ele voltou a acusar a ré de ter agredido a vítima por ciúmes.

O promotor lembrou que Isabella era muito parecida com a mãe, o que teria despertado a ira da madrasta. "Todas as brigas tinham o mesmo motivo: o ciúme doentio que Jatobá tinha de Ana Carolina."
Com a ausência de provas periciais contra a madrasta, Cembranelli se esforçou para traçar ao júri o perfil psicológico da acusada. Disse que ela se referia à mãe da menina como "aquela vagabunda" e destacou que há pessoas que sofrem "transtorno temporário" por alguma razão.

"Era ela quem esmurrava vidraças, esmurrava o marido, atirava o filho no berço", acrescentou. "Estou mostrando que há uma prova evidente de que ela poderia fazer o que fazia habitualmente: agredir as pessoas."
Sobre o fio de cabelo encontrado na cena do crime, que a defesa expôs hoje como uma das provas que não foram periciadas, Cembranelli questionou: "se fosse algo tão importante, por que não pediram DNA antes?". "A defesa trabalha com a dúvida", completou.

(Com informações da Agência Estado)

A JUSTIÇA FOI FEITA!!!!

26/3/2010 18:48
Casal Nardoni é condenado pela morte de Isabella
Após cinco dias de julgamento, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella, foram condenados a prisão pela morte da menina, então com 5 anos. O pai recebeu pena de 31 anos, um mês e dez dias, enquanto a madrasta foi condenada a 26 anos e oito meses de prisão.

O casal Nardoni vai cumprir a sentença em regime fechado. Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado, por usarem meio cruel, dificultarem a defesa da vítima e tentarem esconder o crime anterando o local.

Durante esta sexta-feira, acusação e defesa apresentaram suas teses para o júri popular, composto de 4 mulheres e 3 homens, no Fórum de Santana, zona norte de São Paulo. Nas primeiras horas deste sábado, o juiz anunciou a sentença com a condenação dos réus.

Pela manhã, O promotor Francisco Cembranelli afirmou que o casal Nardoni estava no apartamento quando a menina Isabella foi atirada pela janela do sexto andar do Edifício London, no dia 29 de março de 2008.

"Eles (Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá) estavam no apartamento quando Isabella foi jogada", disse Cembranelli, na primeira parte do debate entre defesa e acusação, ao comparar as ligações telefônicas entre vizinhos e polícia no dia do crime. Com base em uma reprodução cronológica das ligações, o promotor cravou: "Contra fato não há argumento."

Na segunda parte de sua exposição no quinto dia de julgamento do caso Isabella, o promotor Francisco Cembranelli continuou calcado na cronologia e na perícia para colocar o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá na cena do crime. Ele alegou que o depoimento dos réus não faz sentido. "No momento em que o casal estava lá dentro (do apartamento) é que ela foi defenestrada. Isso é prova científica, senhores jurados. Não cabe contestação", disse ele, usando a maquete para ilustrar seus argumentos.

O advogado de defesa, o criminalista Roberto Podval, usou dois apartes formais - interrupções dentro do código - para criticar a perícia e perguntar sobre as provas, que, segundo ele, não existem. "Como a defesa não pode discutir a perícia, vão dizer que a perita não presta", rebateu o promotor.

Cembranelli traçou um perfil psicológico de Anna Carolina Jatobá, dizendo que ela é uma pessoa "perturbada, cansada e dependente financeiramente da família do marido".

Defesa critica sociedade e imprensa
Na sua vez, o advogado criminalista Roberto Podval, que defende os Nardoni, criticou a postura da imprensa e da sociedade no caso. "Se não houvesse essa loucura toda (olha para os jornalistas da sala), eles seriam absolvidos, porque não há provas. Eles entraram condenados sem serem julgados."

Podval citou o caso da inglesa Madeleine McCann, que aos 5 anos desapareceu durante viagem a Portugal com os pais. E lembrou que em determinado ponto da investigação, eles foram colocados como suspeitos.

Por volta das 16h50, o advogado terminou sua parte citando frase de Chico Xavier. "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos fazer um novo fim", afirmou ao júri. Às 17h46, começou a réplica da acusação.

Promotor diz que madrasta é 'barril de pólvora'
Durante a primeira parte da réplica da acusação, o promotor Francisco Cembranelli afirmou que Anna Carolina Jatobá, acusada de participar da morte de Isabella Nardoni, "é um barril de pólvora prestes a explodir." Ele voltou a acusar a ré de ter agredido a vítima por ciúmes.

O promotor lembrou que Isabella era muito parecida com a mãe, o que teria despertado a ira da madrasta. "Todas as brigas tinham o mesmo motivo: o ciúme doentio que Jatobá tinha de Ana Carolina."
Com a ausência de provas periciais contra a madrasta, Cembranelli se esforçou para traçar ao júri o perfil psicológico da acusada. Disse que ela se referia à mãe da menina como "aquela vagabunda" e destacou que há pessoas que sofrem "transtorno temporário" por alguma razão.

"Era ela quem esmurrava vidraças, esmurrava o marido, atirava o filho no berço", acrescentou. "Estou mostrando que há uma prova evidente de que ela poderia fazer o que fazia habitualmente: agredir as pessoas."
Sobre o fio de cabelo encontrado na cena do crime, que a defesa expôs hoje como uma das provas que não foram periciadas, Cembranelli questionou: "se fosse algo tão importante, por que não pediram DNA antes?". "A defesa trabalha com a dúvida", completou.

(Com informações da Agência Estado)

A JUSTIÇA FOI FEITA!!!!

26/3/2010 18:48
Casal Nardoni é condenado pela morte de Isabella
Após cinco dias de julgamento, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella, foram condenados a prisão pela morte da menina, então com 5 anos. O pai recebeu pena de 31 anos, um mês e dez dias, enquanto a madrasta foi condenada a 26 anos e oito meses de prisão.

O casal Nardoni vai cumprir a sentença em regime fechado. Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado, por usarem meio cruel, dificultarem a defesa da vítima e tentarem esconder o crime anterando o local.

Durante esta sexta-feira, acusação e defesa apresentaram suas teses para o júri popular, composto de 4 mulheres e 3 homens, no Fórum de Santana, zona norte de São Paulo. Nas primeiras horas deste sábado, o juiz anunciou a sentença com a condenação dos réus.

Pela manhã, O promotor Francisco Cembranelli afirmou que o casal Nardoni estava no apartamento quando a menina Isabella foi atirada pela janela do sexto andar do Edifício London, no dia 29 de março de 2008.

"Eles (Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá) estavam no apartamento quando Isabella foi jogada", disse Cembranelli, na primeira parte do debate entre defesa e acusação, ao comparar as ligações telefônicas entre vizinhos e polícia no dia do crime. Com base em uma reprodução cronológica das ligações, o promotor cravou: "Contra fato não há argumento."

Na segunda parte de sua exposição no quinto dia de julgamento do caso Isabella, o promotor Francisco Cembranelli continuou calcado na cronologia e na perícia para colocar o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá na cena do crime. Ele alegou que o depoimento dos réus não faz sentido. "No momento em que o casal estava lá dentro (do apartamento) é que ela foi defenestrada. Isso é prova científica, senhores jurados. Não cabe contestação", disse ele, usando a maquete para ilustrar seus argumentos.

O advogado de defesa, o criminalista Roberto Podval, usou dois apartes formais - interrupções dentro do código - para criticar a perícia e perguntar sobre as provas, que, segundo ele, não existem. "Como a defesa não pode discutir a perícia, vão dizer que a perita não presta", rebateu o promotor.

Cembranelli traçou um perfil psicológico de Anna Carolina Jatobá, dizendo que ela é uma pessoa "perturbada, cansada e dependente financeiramente da família do marido".

Defesa critica sociedade e imprensa
Na sua vez, o advogado criminalista Roberto Podval, que defende os Nardoni, criticou a postura da imprensa e da sociedade no caso. "Se não houvesse essa loucura toda (olha para os jornalistas da sala), eles seriam absolvidos, porque não há provas. Eles entraram condenados sem serem julgados."

Podval citou o caso da inglesa Madeleine McCann, que aos 5 anos desapareceu durante viagem a Portugal com os pais. E lembrou que em determinado ponto da investigação, eles foram colocados como suspeitos.

Por volta das 16h50, o advogado terminou sua parte citando frase de Chico Xavier. "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos fazer um novo fim", afirmou ao júri. Às 17h46, começou a réplica da acusação.

Promotor diz que madrasta é 'barril de pólvora'
Durante a primeira parte da réplica da acusação, o promotor Francisco Cembranelli afirmou que Anna Carolina Jatobá, acusada de participar da morte de Isabella Nardoni, "é um barril de pólvora prestes a explodir." Ele voltou a acusar a ré de ter agredido a vítima por ciúmes.

O promotor lembrou que Isabella era muito parecida com a mãe, o que teria despertado a ira da madrasta. "Todas as brigas tinham o mesmo motivo: o ciúme doentio que Jatobá tinha de Ana Carolina."
Com a ausência de provas periciais contra a madrasta, Cembranelli se esforçou para traçar ao júri o perfil psicológico da acusada. Disse que ela se referia à mãe da menina como "aquela vagabunda" e destacou que há pessoas que sofrem "transtorno temporário" por alguma razão.

"Era ela quem esmurrava vidraças, esmurrava o marido, atirava o filho no berço", acrescentou. "Estou mostrando que há uma prova evidente de que ela poderia fazer o que fazia habitualmente: agredir as pessoas."
Sobre o fio de cabelo encontrado na cena do crime, que a defesa expôs hoje como uma das provas que não foram periciadas, Cembranelli questionou: "se fosse algo tão importante, por que não pediram DNA antes?". "A defesa trabalha com a dúvida", completou.

(Com informações da Agência Estado)